Webmiss

Uma palavra: incógnita. Creio que você, pequeno leitor, saiba o que é uma incógnita. Incógnita, matemáticamente falando, é um número desconhecido, representado por x, y, z, ou qualquer outra letra que seu professor tenha inserido em seu adorável plano de aulas (se liga na ironia).

Não que eu seja uma odiada letra representativa no plano de aulas de seu (não tão) adorado professor de matemática. Incógnita seria uma pessoa… bem, desconhecida não é bem a palavra. Intrigante, digamos assim.

Victoria, Vicky. Quatorze anos. Nascida no dia 08/05/1995. Residente (COFCOF, falei bonito) de Curitiba, capital do Paraná, um estado do sul do país, que, no quesito utilidade, só ganha do Acre (Porque o Acre não existe, fato.).  Nasceu no adorável país do samba e do futebol, em que ninguém sabe quem foi Cristóvão Colombo, mas todo mundo conhece o Pedro Bial.
Quer se mandar do Brasil. Dividida entre os cursos de jornalismo ou de direito.
Não se conforma com o fim do uso do trema (e nem com o fato de Plutão não ser mais um planeta, não que isso venha ao caso). É evangélica, ama Deus acima de tudo, e faz parte do grupo de jovens da igreja, apesar de ter voz de taquara rachada.

Sonha em escrever um best seller, faltar ao próprio casamento e dar uma festa de arromba (expressões antigas dominam!) e chegar atrasada na tal festa.

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